6 etapas para uma gestão de clínica eficiente

gestão de clínica eficiente
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Vivemos em um mundo em que as facilidades de comunicação e de acesso à informação transformaram drasticamente a relação entre clientes e prestadores de serviço. O consumidor brasileiro nunca foi tão exigente e tão consciente dos seus direitos. Essa é uma realidade que também precisa ser considerada ao nos debruçarmos sobre os desafios para uma gestão de clínica eficiente. É preciso estar preparado para sobreviver e se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, com clientes e pacientes cada vez mais exigentes. Para isso, o gestor de saúde tem que buscar ferramentas que lhe possibilitem otimizar a combinação entre eficiência administrativa e atendimento de qualidade. Neste artigo vamos destacar algumas etapas básicas na gestão de clínicas e consultórios. Estar atento a elas é a chave para uma administração bem-sucedida.

Passo a passo para uma gestão de clínica eficiente

1. Gestão saudável exige metas e controle

Como saber se a administração está sendo eficiente na otimização de resultados? Como anda a curva de consultas e atendimentos diários? Os pacientes estão retornando?  Não há como antecipar crises e fazer correções de rumo se não forem estabelecidas metas e critérios para monitorá-las. A boa notícia é que a tecnologia evoluiu a ponto de permitir que até mesmo clínicas de pequeno porte e consultórios tenham acesso a poderosas ferramentas de gestão. Graças aos softwares médicos de última geração, é possível acompanhar em tempo real todos os indicadores citados no parágrafo acima. Isso até mesmo de um celular, sempre que se fizerem necessários.

2. Muita atenção à linha de frente

Quantas vezes um sorriso e um atendimento simpático já lhe causaram uma primeira impressão positiva em um restaurante ou em um balcão de atendimento? Pois o mesmo acontece quando um paciente é bem recebido por uma recepcionista em uma clínica ou por uma secretária em um consultório. É possível conquistar o paciente até mesmo em uma ligação para agendamento de consulta. Dedicar atenção à essa linha de frente é um dos principais requisitos para se atingir uma gestão de clínica eficiente. Se for tratado com respeito, cuidado e paciência por parte de quem atende, o paciente terá uma ótima impressão inicial. Da mesma forma, crescem as chances de que ele retorne e até indique os serviços a terceiros. Por isso, é fundamental que o gestor cuide não só do treinamento de sua equipe de atendimento como também crie mecanismos para estimulá-la e avaliar o seu desempenho. Perguntar aos pacientes como foram recebidos e se tiveram dificuldade para agendar seu atendimento é uma maneira simples de se manter atento a esse importante quesito.

3. Não misture fluxo de caixa com gastos pessoais

Um dos principais problemas de gestão em clínicas médicas é não se fazer uma separação clara entre o fluxo de caixa e os gastos pessoais dos gestores. Esse é o tipo de prática que deve ser evitada a todo custo, mesmo em pequenos consultórios.
Misturar retiradas e pagamentos de contas pessoais com recebimentos de consultas e gastos administrativos dificulta um retrato real da situação financeira do negócio. Por outro lado, também desorganiza as finanças pessoais do gestor. Nesse ponto, o software médico mais uma vez se apresenta como um importante aliado para uma gestão eficiente. Além de ajudar a separar fluxos de caixa, o programa pode oferecer balanços instantâneos, inclusive com a previsão de recebimentos futuros por períodos determinados.

4. Monitore e otimize o tempo de atendimento

Das metas e indicadores mais importantes para uma gestão de clínica eficiente, o tempo de atendimento entre consultas e procedimentos é seguramente um dos mais importantes. Ele merece um capítulo à parte por ser um dos principais responsáveis pelo número de pacientes atendidos em um determinado período. Ao monitorar o tempo gasto por paciente, pode-se detectar maneiras de reduzir esse período e aumentar o número de atendimentos sem prejuízo na qualidade do serviço prestado. O preenchimento de fichas prévias, a utilização de autorizações e prontuários eletrônicos são alguns exemplos de procedimentos que auxiliam nessa redução. Outro ponto importante no monitoramento de consultas é afinar o processo de confirmação de pacientes. É possível fazer isso através do envio de mensagens eletrônicas, para reduzir as faltas e otimizar encaixes.

5. Relação médico-paciente humanizada

O cuidado com um atendimento humanizado ao paciente deve ser estendido também à consulta médica. Quando o médico demonstra interesse em ouvir o paciente e entender suas dores, cria-se uma relação de maior confiança. Essa relação médico-paciente mais próxima se reflete em uma maior satisfação do paciente. Com isso, ele também acaba se esforçando mais para seguir as orientações médicas.

6. Não negligencie o Marketing

A atividade médica e sua divulgação estão submetidos a uma série de estatutos e controles específicos. Isso não quer dizer que se deva abrir mão do marketing na gestão médica. Ações que promovam a venda e a imagem dos serviços médicos prestados são muito bem-vindas. Mais do que isso, são necessárias para se atrair novos clientes em um cenário altamente competitivo. Conhecer o seu público alvo é o primeiro passo para planejar essas ações. É a partir desse perfil que se poderá definir tanto ações internas mais simples, como decoração do ambiente, até a linguagem visual e escrita a ser utilizada em um site, blog ou redes sociais. O que mais você faz para obter uma gestão de clínica eficiente? Escreva nos comentários!
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Ebook marketing médico
Olá amigo(a), conheça o software Amplimed, feito por médicos, com a intenção de contribuir com o ecossistema da saúde de forma digital.
Doutor marcos andré
Marcos. A. Sonagli
Ortopedista