Efeitos das mudanças climáticas e onde a medicina se encaixa

Mudanças climáticas

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Quando abordamos saúde, nosso pensamento logo para no humano, na sua qualidade de vida, prevenção, diagnósticos e formas de tratamento. Mas uma coisa que interfere diretamente no aspecto qualitativo de saúde é olhá-la de um panorama macro: a do planeta. Os efeitos das mudanças climáticas impactam diretamente em novas categorias de doenças e no papel da medicina em seu combate.

No dia 04 de Abril de 2022, o Painel Intragovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicou a mais nova edição do seu relatório, que foi assinado por 278 autores, de 65 países. O próximo relatório será emitido apenas em 2030.

E é esse o mesmo ano do prazo final para que nós consigamos mitigar os efeitos das mudanças climáticas no planeta. Mas como isso está ao nosso alcance?

Uma notícia racional e um pouco otimista que a última edição do IPCC trouxe, considerando a iminência de mudanças climáticas sem precedentes, é que, tomando as medidas corretas nesse resto de tempo que temos antes que um cenário mais precário se instale, ainda é possível evitar que o limite do aumento de temperatura do planeta seja atingido.

Explicando esse nível em números, em 2013, no relatório anterior do IPCC, foi estabelecido um limite de aumento de 1,5 ºC como uma medida de segurança.

Mas para que essa meta fosse possível, já naquela época, era necessário que as emissões de carbono fossem reduzidas pela metade até 2030, e zeradas até 2050.

O IPCC de 2022 não é um documento que avisa que temos que evitar o limite de 1,5% ºC, isso já foi feito em 2013. O tom desse relatório é exatamente para dizer o que deve ser feito para que esse nível não seja excedido.

Por isso, a Amplimed se comprometeu a trazer medidas que podem auxiliar o meio médico a colaborar com o controle dessa alta climática, pois também se trata de medicina preventiva.

Partindo de pequenas atitudes, nas quais o nosso software já pode te auxiliar e que mostramos a seguir, você pode fazer a diferença no coletivo que corre atrás de sanar o prejuízo que já foi feito no planeta.

O que o mundo precisa fazer para evitar atingir o nível de 1,5ºC até 2030?

Primeiramente o mundo precisa criar consciência. São poucas as pessoas que se preocupam individualmente com esses índices alarmantes, mas, felizmente, quando levamos essa questão à um patamar empresarial, temos uma parcela maior agindo em prol dessa

 meta.

Colocar a sua clínica nesse rol de marcas com uma elevada consciência socioambiental pode, além de favorecer o planeta, fidelizar pacientes que têm a mesma visão e o mesmo comportamento em relação à atual crise ambiental.

Reduzir o consumo de energia pode ser uma opção se formos considerar uma esfera além do individual. É possível que cada um exerça seu papel nesse item, mas algumas medidas, como redirecionar a produção de energia para meios mais sustentáveis, precisam ser feitas por órgãos internacionais.

Isso tudo tem um custo elevado, pelo menos 2,3 bilhões de dólares anuais precisam ser investidos entre 2023 e 2052. Esse valor seria destinado apenas a diminuir o consumo de energia.

Em 2021 o valor gasto pelo mundo em produção de energia limpa, como a solar e a eólica, que tem um custo elevado, foi de cerca de 750 bilhões de dólares, valor informado pela Agência Internacional de Energia. 

A produção conseguida através dessas fontes ainda representa apenas 10% de toda a produção global. O restante se divide entre produção nuclear, hidrelétrica e energias fósseis.

Ao mesmo tempo em que parece um investimento muito alto em uma escala global, o preço a se pagar pode ser muito maior se nenhuma medida for tomada.

Em torno de 7 milhões de mortes causadas pela poluição podem ser evitadas no futuro, e, se esse número se concretizar caso as providências adequadas não sejam tomadas, viveremos uma situação de saúde pública extremamente precária.

Nem todos os países, porém, tem uma base financeira sólida o bastante para disponibilizar esse investimento em energia.

Já outros podem implementar medidas que condizem com a variedade de recursos naturais que dispõem, de ecossistemas que são essenciais no controle das emissões de gás carbônico.

É o caso do Brasil e suas riquezas florestais.

Que medidas o Brasil está tomando e qual é o seu importante papel nesse combate?

A floresta amazônica é conhecida como o pulmão do mundo há séculos e não leva esse título a toda. O Brasil é uma das maiores fontes de oxigênio por sua riqueza ambiental, e, portanto, um importante combatente de agentes poluentes.

Em um documento emitido pelo Brasil e enviado à ONU chamado Nationally Determined Contribution (NDC), a previsão de redução voluntária de gases que colaboram com o efeito estufa é de até 37%, em 2025, em um comparativo com 2005, e até 50% em 2030.

Os especialistas da ONU, porém, contrariam esses dados, mostrando que houve, na realidade, um retrocesso em relação a eles.

Isso se dá, em boa parte, pelo aumento considerável do desmatamento que o país enfrenta nos últimos anos. Porém, compromissos que o Brasil assumiu na COP26 não foram incluídos nessa NDC, como acabar com o desmatamento ilegal antes de 2030 e reduzir a emissão de gás metano.

A ONU pressiona o país sobre a execução dessas medidas de emergência.

Qual é o papel da sua clínica no cenário das mudanças climáticas?

Vamos nos deter ao cenário do médico no Brasil, não em âmbito global, lidando com as mesmas medidas a serem tomadas em território nacional, mas, diminuindo-as razoavelmente à uma escala individual.

Um médico, dentro de seu consultório, talvez ainda não esteja recebendo uma parcela daqueles 7 milhões de casos de novas doenças por agentes poluentes.

Muito provavelmente também não consegue agir em medidas elevadas como frear o nível de desmatamento ou plantar uma série de novas árvores no ecossistema.

Mas medidas menores de preservação podem facilmente ser tomadas do conforto do seu consultório. Medidas que beneficiam não apenas o planeta e reduzem as emissões de gases nocivos ao efeito estufa, mas também buscam melhorar a saúde financeira da sua clínica e a otimização do tempo de atendimento.

O prontuário eletrônico: mais do que um recurso tecnológico

O acúmulo de papéis é um dos principais motivos para falta de organização em empresas e departamentos que utilizam muito arquivos e fichas. Principalmente se eles exigem um tempo superior de armazenamento.

Esse é o caso também dos consultórios médicos. Um sistema de prontuário físico tem se tornado cada vez mais inviável, porque ocupa um espaço de armazenamento na clínica que poderia ser destinado a outros projetos.

Digamos que o arquivo ocupe, por exemplo, uma sala pequena. Essa mesma sala poderia ser destinada a tratamentos suplementares, à uma sala de triagem e outros tipos de investimentos.

E estamos falando aqui de papéis que, por lei, devem ser armazenados por pelo menos 20 anos desde a data da última anotação. Então, por mais que o paciente não compareça mais à clínica, o arquivo dele deve ser mantido.

Mas vamos voltar ao fator ambiental. O papel é proveniente da extração de celulose, e a celulose, por sua vez, vem, em grande parte, do desmatamento desenfreado e ilegal que assola o Brasil.

Diminuir o consumo desses papéis pode parecer muito pequeno comparado ao que o mundo e seus governos se propõem a fazer para que não ultrapassem o limite do nosso planeta. 

Mas a verdade é que o controle do aquecimento global é um trabalho de todos, mas não visível aos olhos.

O problema é que, se não agirmos individualmente, a conta chegará mais cara do que imaginamos. Muito mais cara do que trocar os recursos físicos ainda utilizados em um consultório por um sistema eletrônico.

O papel da Amplimed em ajudar a sua clínica a se livrar dos papéis

Como pioneira no sistema de prontuários eletrônicos integrados à telemedicina, a plataforma da Amplimed disponibiliza um recurso com toda a segurança, para que você se sinta à vontade em trocar os prontuários físicos pela nossa tecnologia.

Para que você possa acessar e adicionar dados, o nosso prontuário conta com um recurso em que você limita a visualização dos dados do paciente a terceiros, preservando sua privacidade se, em algum momento a secretária precisar acessá-lo.

Além disso, você pode otimizar suas teleconsultas, já que nosso prontuário se encontra na mesma tela, e, enquanto você preenche, pode voltar a totalidade da sua atenção ao seu paciente e executar uma anamnese completa e dedicada.

Você verá que os gastos da sua clínica também irão diminuir, devido ao menor investimento em recursos para prontuários físicos. E poderá ter o controle do seu caixa no nosso módulo de gestão financeira, visando as melhorias que pode fazer em outros aspectos da clínica depois dessa economia.

E como somos atentos e adotamos práticas de preservação e integridade de médicos e pacientes, o prontuário eletrônico da Amplimed está enquadrado em todos os aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados, pautando na legislação a segurança de ambos, e aprimorando o laço de confiança na relação médico e paciente.

Mude a sua clínica e o planeta para melhor agora mesmo. Faça um teste grátis.

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Olá amigo(a), conheça o software Amplimed, feito por médicos, com a intenção de contribuir com o ecossistema da saúde de forma digital.
Doutor marcos andré
Marcos. A. Sonagli
Ortopedista
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