Assine a newsletter
e receba nossos
conteúdos.

Assine a newsletter

Quais os tipos de Prontuário Eletrônico?

Tempo de leitura: 9 minutos

Quantas vezes, antes de iniciar sua jornada na área da saúde, você foi a uma consulta e viu um médico escrevendo tudo o que você falava em uma folha de papel? O atendimento era finalizado ao som do carimbo batendo no final da folha que continha informações relevantes sobre os remédios que você deveria tomar ou exames que precisaria fazer. Se isso não aconteceu em um atendimento seu, com certeza você acompanhou esse processo quando algum membro da sua família. 

Os anos se passaram e os costumes se modificaram. Não só por uma questão de praticidade, mas também por uma demanda legislativa e de novas regras que a tecnologia exige desde o advento ao aprimoramento. 

Hoje existe uma nova opção para lidar com tantas informações delicadas como o estado de um paciente. A internet possibilitou a eliminação do papel e criou uma boa alternativa a essa ausência. 

O que é o prontuário eletrônico?

O Prontuário Eletrônico do Paciente, também conhecido como PEP, é uma ferramenta moderna que reúne todas as informações e históricos do paciente. 

É um recurso importante para médicos e gestores de clínicas porque permite uma organização mais eficaz em todos os processos de atendimento, já que os dados se encontram em um só lugar e dispensa espaços físicos para abrigar a papelada. Os pacientes também se beneficiam com o PEP, uma vez que fica mais fácil de ter acesso às informações médicas, ainda que arquivadas de formas mais rígidas do que anos atrás. Essa prática foi autorizada pelo Conselho Federal de Medicina na Resolução 1.639/2002. 

Quais os tipos de prontuário eletrônico?

Tem para todos os gostos, bolsos e dinâmicas de trabalho. Na intenção de te ajudar a escolher o mais adequado para as suas necessidades, esse texto vai te apresentar quais são os principais e como eles funcionam: 

  • Prontuário eletrônico de dados locais: 

É um formato de prontuário que utiliza um servidor local para gerar acessos em rede. São instalados diretamente no computador, ou seja, se você tem uma equipe de dez pessoas e todas precisam ter livre acesso aos prontuários, existe a necessidade de instalar o sistema máquina por máquina. Posteriormente, só é possível acessar o servidor nessas máquinas específicas. 

O bônus desse tipo de armazenamento de informação é que você pode acessar de forma offline, não precisando de internet para visualizar as informações do prontuário. Outro ponto a ser levado em conta é que nesse tipo de dinâmica, normalmente há uma compra de sistema logo no início e depois custo com as atualizações quando necessário. 

O ônus é que se você tiver uma emergência ou ainda se simplesmente quiser ter acesso às informações dos seus pacientes ou da sua clínica, vai precisar do computador em que o servidor foi instalado. Você não tem a possibilidade de acessar diretamente o sistema de uma forma remota. Ou você leva a máquina para onde precisar ir ou vai sempre terá que ir até o consultório para ter as informações que precisa. Ainda que seja mais econômico num primeiro momento, pode ficar caro quando detalhado na ponta do lápis porque esse processo pode não ser tão eficiente no decorrer da sua rotina, pensando em praticidade e facilidade.

  • Prontuário eletrônico híbrido: 

Toda vez que falamos de formatos híbridos, estamos dizendo de sistemas que mesclam duas formas diferentes de operar. Os prontuários eletrônicos híbridos são ferramentas que utilizam uma base de dados local, mas que arquiva todas as informações na nuvem. Esse modelo não precisa de um servidor, já que os dados ficam em todas as máquinas por meio do acesso via internet. 

  • Prontuário eletrônico em nuvem 

Nesse formato, toda a base de dados fica na internet. Isso elimina o risco de perder informações importantes. Ele possibilita o seu acesso a qualquer informação independentemente de onde você esteja e do horário que precisar acessar. O prontuário eletrônico na nuvem também permite uma comunicação mais ágil com os seus pacientes. É necessário pensar nesse ponto por ser um documento que pertence a quem é atendido. Quando for solicitado, basta compartilhar pelo aplicativo do celular 

Justamente por esses motivos, o prontuário em nuvem costuma ser o mais utilizados entre os prontuários eletrônicos. Esse sistema só não vai ser bem utilizado pela sua clínica se a internet for instável, porque o meio que é utilizado para ter acesso a todos os dados do paciente. 

Conclusão

É preciso ser honesto nesse momento para te falar que não existe exatidão para essa pergunta. No fim das contas, somente você saber responder com certeza qual é o melhor formato de prontuário médico para você. Mas há um fator novidade que precisa ser levado em conta na hora de tomar a decisão. 

Existe um ponto em comum entre o sistema de prontuário eletrônico de dados locais e no formato híbrido: ambos apresentam riscos quando o assunto é proteção de dados. Quando o armazenamento de informações se concentra apenas localmente, há chances de alguns dados se perderem no meio do caminho. 

Quando um sistema se preocupa em hospedar as informações na nuvem, isso significa que existe uma preocupação mais intensa em prevenir desastres e perdas de informação. Essa preocupação leva a criação de estratégias rigorosas ao sistema. Os softwares médicos são armazenados em servidores que ficam em regiões distintas do planeta Terra. É por meio desse formato que os riscos de danos são bem menores quando comparados com um software local, já que este último é mais sensível e precisa de muito pouco para apresentar um prejuízo de informações. 

Já imaginou a dor de cabeça que você teria ao perder informações importantes dos seus pacientes? Mais do que isso, qual imagem a sua clínica transmitiria ao passar por essa situação? Essa seria uma situação preocupante até aqui. Mas se agrava ainda mais quando pensamos na nova legislação sobre recolhimento, utilização e armazenamento de dados. 

A Lei 3.709 de 2018 funciona efetivamente no Brasil desde setembro de 2020 a fim de proteger o direito de liberdade e privacidade de pessoas físicas e jurídicas. Essa norma faz parte do Marco Civil da Internet (Lei 12.965) que funciona desde 2014 para regulamentar todas as atividades que acontecem no meio online. 

Com ela veio a responsabilidade para quem retém esses dados. Agora, as empresas precisam proteger informações e criar políticas de tratamento, acesso e disponibilização dos dados quando necessário. Você pode pensar que essas regras são rígidas a partir do momento em que temos um laudo ou informações de saúde dos pacientes. Mas as exigências começam bem antes, já com o nome; números de registros como RG e CPF; idade; estado civil; religião; raça; orientação sexual e endereço residencial. 

Depois da LGPD, as empresas precisam se comprometer a aplicar as normas e boas práticas de proteção de dados, fazer relatórios e previsões de reparação caso a conduta ocorra de forma inadequada. Como a sua clínica vai se responsabilizar por tanto itens solicitados se as informações ainda estão – integralmente ou parcialmente – em servidores locais? 

Paga caro quem escolhe ficar fora dessa adequação. Desde o início de agosto de 2021, todas as organizações que não respeitarem essas regras vão receber multas que vão de 2% do faturamento até R$50 milhões. Saiba que o prejuízo para quem é da área da saúde vai além do financeiro: a clínica pode receber suspensão do direito de coletar qualquer tipo de informação do paciente, perdendo assim o funcionamento da prestação de serviço.  

Pensando nesses pontos, o prontuário eletrônico em nuvem pode te trazer mais segurança, tranquilidade a atualização perante os novos momentos que a medicina está vivendo 

Ao optar pelo prontuário eletrônico da Amplimed, além de ter toda a segurança exigida nos dias de hoje, você também conta com plataforma integrada com direito a agendamento online e telemedicina. 

Tudo se torna ainda mais fácil porque o seu paciente pode escolher o melhor momento do dia para fazer marcação de consulta, dispensando o uso de telefone para fazer ligações ou ainda a locomoção até a clínica para fazer um simples agendamento. Isso garante mais liberdade também, já que o deixa livre para escolher entre os horários disponíveis.

O agendamento online também auxilia quem está na outra ponta do processo. Se antes a sua clínica destinava com exclusividade uma pessoa para cuidar das marcações, com o agendamento online você pode reduzir custos e tempo de trabalho. Esse mesmo colaborador pode se preocupar com outras tarefas do estabelecimento e cuidar mais daqueles pacientes que estão aguardando o seu atendimento. A ferramenta também disponibiliza uma forma de confirmação de consulta por meio de SMS ou mensagem de WhatsApp. Saiba mais sobre os benefícios do agendamento online.

Ao utilizar o prontuário eletrônico da Amplimed, você também tem acesso à plataforma de telemedicina.  Atender a distância significa que você pode aumentar o raio de pacientes auxiliados pela clínica, sem mencionar a agilidade que você conquista ao fazer consultas de retorno por meio dessa tecnologia. Esses dois fatores têm impacto direto no seu faturamento mensal, conforme te contamos nesse texto. 

A Amplimed utiliza a tecnologia para deixar sua clínica cada vez mais moderna, funcional e atual. Te mostramos isso ao falar dos tipos de prontuário eletrônico e com o que você deve se preocupar na hora de escolher um para chamar de seu. Mas saiba que a Amplimed tem essa mesma preocupação com muitos outros pontos que envolvem ter e administrar um consultório. 

Por isso, desenvolvemos um e-book gratuito sobre Clínica Online. Clique no botão abaixo e baixe o conteúdo agora mesmo para você começar a aperfeiçoar sua clinica ainda hoje! 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.